Do amor sólido indesejado
Foi então criado o gosto de viver
Na estrada da vida pondo em prática o conhecer
Aflorava da magia um filme ao céu ver
O quanto eu trilhei nos caminhos de meu sofrer
Buscando a inconveniencia do momento
frio e selento
Como a fria alma do andarilho
Que da morte se jorrava
Em um mundo que então criava
sábado, 25 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
# Passado #
Em brando canto da solidão
Se fazia então a analogia de viver
A lua irradiando e as estrelas me revelando
Lembranças de uma vida
Que um dia eu voltarei a ter
Sentado a beira do parque
Imaginando as condições
Observando então o céu que separa nós dois
Assim prosseguia vivendo e apelando
Para um dia então conseguir trazer
Aquela verdade absurda
Como era seu jeito de ser.
Se fazia então a analogia de viver
A lua irradiando e as estrelas me revelando
Lembranças de uma vida
Que um dia eu voltarei a ter
Sentado a beira do parque
Imaginando as condições
Observando então o céu que separa nós dois
Assim prosseguia vivendo e apelando
Para um dia então conseguir trazer
Aquela verdade absurda
Como era seu jeito de ser.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
# Consciência #
Não estou vivo
Sou o vento que escorre seu cabelo
As palavras que se dissipam no ar
A vulnerabilidade de suas ações
Sou a mentira passageira
Olhando em frente ao espelho
Com lúcidez inconsciente
Buscando o sufoco apelo
Para realizar meus desejos
E morder o céu da boca
Que as estrelas me contaram em perjúrio
E de tolas sensações o toque foi suficiente
Para trazer a tona em estado latente
O seu frágil ser
Como em uma morte sorridente.
Sou o vento que escorre seu cabelo
As palavras que se dissipam no ar
A vulnerabilidade de suas ações
Sou a mentira passageira
Olhando em frente ao espelho
Com lúcidez inconsciente
Buscando o sufoco apelo
Para realizar meus desejos
E morder o céu da boca
Que as estrelas me contaram em perjúrio
E de tolas sensações o toque foi suficiente
Para trazer a tona em estado latente
O seu frágil ser
Como em uma morte sorridente.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
# Laços #
Não sou daqui
Sou a flor de amanhã
O sorriso passageiro
trazido a mil brisas
lançados ao fogo
visto em escárnio
teatro de palhaços
foram as palavras
observadas em momentos
renascidos da fornalha
o pensamento que me trouxe
obscuro caminho irreal
dos laços inseparáveis
Dessa imensa utopia.
Sou a flor de amanhã
O sorriso passageiro
trazido a mil brisas
lançados ao fogo
visto em escárnio
teatro de palhaços
foram as palavras
observadas em momentos
renascidos da fornalha
o pensamento que me trouxe
obscuro caminho irreal
dos laços inseparáveis
Dessa imensa utopia.
# Livre Sonhador #
Só de se fazer a dor
já se tem o ardor de acordar
o céu hibrido singelo a brilhar
trilhas sonoras vazias e repetitivas
ao preto e branco descoberto nos olhos
serão cartas lançadas ao ar
não nasci só,mais agora sou como pássaro
triste e vazio a voar
borboletas me alcançam no vento
na lentidão que me pus a caminhar
agora sou como o trem
esperando a hora de descer
e de um dia conseguir ver
este mundo que me fez livre sonhar
já se tem o ardor de acordar
o céu hibrido singelo a brilhar
trilhas sonoras vazias e repetitivas
ao preto e branco descoberto nos olhos
serão cartas lançadas ao ar
não nasci só,mais agora sou como pássaro
triste e vazio a voar
borboletas me alcançam no vento
na lentidão que me pus a caminhar
agora sou como o trem
esperando a hora de descer
e de um dia conseguir ver
este mundo que me fez livre sonhar
# O rei #
Ter ao dedo anéis de prata
pôlidos ao som do vento
banhados a luz das águas
sorridente e singelo
o sorriso mais sincero
deixado as mil marés
a coroa de ouro
você a segurou e a usou
então se fez paz na terra que se gerou
pôlidos ao som do vento
banhados a luz das águas
sorridente e singelo
o sorriso mais sincero
deixado as mil marés
a coroa de ouro
você a segurou e a usou
então se fez paz na terra que se gerou
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