quinta-feira, 26 de maio de 2011

# Consciência #

Não estou vivo
Sou o vento que escorre seu cabelo
As palavras que se dissipam no ar
A vulnerabilidade de suas ações
Sou a mentira passageira
Olhando em frente ao espelho
Com lúcidez inconsciente
Buscando o sufoco apelo
Para realizar meus desejos
E morder o céu da boca
Que as estrelas me contaram em perjúrio
E de tolas sensações o toque foi suficiente
Para trazer a tona em estado latente
O seu frágil ser
Como em uma morte sorridente.

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